Celebrado em 20 de agosto, o Dia Mundial do Mosquito chama a atenção para as doenças transmitidas por esses insetos e para a importância da participação da população nas ações de prevenção.
O Aedes aegypti é o principal transmissor dos vírus da dengue, da Zika e da chikungunya. Por viver dentro ou nas proximidades de residências e de outros ambientes frequentados pelas pessoas, o mosquito encontra em recipientes com água parada as condições necessárias para depositar seus ovos e se reproduzir.
Mesmo durante os períodos mais frios e secos, os cuidados não devem ser interrompidos. Os ovos do Aedes aegypti podem permanecer viáveis por longos períodos e dar origem a novos mosquitos quando encontram condições favoráveis. Por isso, a eliminação dos criadouros precisa acontecer durante todo o ano.
Entre as principais medidas preventivas estão manter caixas-d’água, tonéis e reservatórios devidamente fechados; limpar calhas; eliminar a água acumulada em pratos de vasos; guardar pneus em locais protegidos da chuva; manter garrafas e baldes virados para baixo; e descartar corretamente objetos que possam acumular água.
O enfrentamento às arboviroses depende do trabalho permanente das equipes de saúde e da colaboração de toda a comunidade. Enquanto as equipes de Endemias atuam na vigilância e no controle do mosquito, a Vigilância Epidemiológica acompanha a ocorrência das doenças e orienta as ações de prevenção.
A Secretaria Municipal de Saúde reforça que cada morador deve vistoriar regularmente sua residência, seu quintal e seu local de trabalho. O combate começa antes da picada: eliminar a água parada é uma atitude simples que ajuda a proteger toda a população.









